LEO MIDDEA

Divina Certeza

Nos arredores do subúrbio do Rio de Janeiro LEO MIDDEA descobriu o gosto pela música. De forma inusitada, apaixonando-se por alguém, ele começou a transcrever seus próprios sentimentos. As pequenas estrofes, hoje grandes canções, podem ser ouvidas em seus trabalhos “Dois” (2014) e “A Dança do Mundo” (2016).

Amor e música caminham de mãos dadas. As melodias das canções podem transmitir facilmente declarações de apaixonados. Foi assim que LEO MIDDEA começou a traçar sua trajetória, ainda cedo, aos 14 anos. Enamorado por uma menina, ele aprendeu violão rapidamente para impressionar a amada. As composições, ainda tímidas e modestas, o fizeram tomar gosto pela escrita e perceber o talento que ali estava escondido. O interesse repentino pela música fez Middea encarar um estúdio em vez da faculdade.
A música tinha tomado conta de sua rotina. Seus primeiros rabiscos falavam de amor alegre e otimista, como que uma mistura entre a agitação da cidade e a calma da natureza. Com o primeiro disco “Dois” (2014), Leo iniciou a jornada na carreira musical. Com resultados modestos, e poucas oportunidades no Rio de Janeiro, Leo logo entrou em contato com uma amiga que residia em Buenos Aires, que o auxiliou em cerca de 23 shows na Argentina em 2015. Esse amparo fez as portas se abrirem mais facilmente no Brasil.

O entusiasmo e os números positivos ganharam força ao gravar o segundo disco “A Dança do Mundo” (2016), produzido por Peter Mesquita. Após o lançamento, Leo acalmou a ansiedade em um retiro na Índia, para voltar com tudo em uma turnê de divulgação do álbum. A tour rodou diversas cidades brasileiras, entre elas as capitais Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Goiânia, Curitiba e Porto Alegre. O repertório trouxe as canções do registro, mais as músicas do primeiro trabalho.

“A Dança do Mundo” é um mix de experiências e aprendizagens que LEO MIDDEA adquiriu em viagens por diversos países. O álbum, lançado em março de 2016, conquistou, em poucos meses, um lugar em diversas seleções de melhores discos do ano e obteve resenhas positivas pela imprensa brasileira e portuguesa. Do carimbó ao rock, “A Dança do Mundo” contou com a participação de artistas como Laura Lavieri (conhecida por sua parceria com Marcelo Jeneci), o violoncelista cubano Yaniel Matos, Nina Oliveira, Jota Pê, entre outros. No mesmo ano de lançamento, o cantor chegou até a final do FENAC – Festival Nacional da Canção, com a composição “Meu Público”.

Após um ano de divulgação do registro, o cantor e compositor mudou-se para Lisboa. Essa virada trouxe mais de 40 concertos em Portugal, destaque para os dois últimos shows com casa lotada. Apesar da distância do Brasil, os números do cantor cresciam continuamente, ganhando notoriedade no Rio e em São Paulo como principais ouvintes, somando milhares de seguidores no Spotify.

Querendo sempre transparecer na sua música as suas vivências pessoais, LEO MIDDEA é um cantor e compositor que aborda temas que vão acompanhando a sua história como uma fotografia. As suas músicas falam das suas viagens, dos medos, das paixões, dos sonhos, dos desgostos e de tudo mais que está inerente à experiência humana. A sua maior vontade é mostrar ao mundo as suas raízes, os ritmos que correm nas suas veias e as palavras que descrevem o seu caminho até então.

Agora os próximos passos passam pelo lançamento do single BAIRRO DA GRAÇA, do novo álbum, clipe e uma turnê pelo Brasil. Fiquem ligados em tudo o que LEO MIDDEA faz, próximos shows e apresentações através de suas redes sociais.


Banda B33

Dois amigos e um plano B

Um início inesperado! Nada planejado!
A BANDA #B33 surgiu de um encontro casual de dois músicos que já tocavam na noite.
Durante uma apresentação do músico Tadeu Freitas, um dos frequentadores do local ficou encantado com sua performance no palco. Ao final do show, fez questão de ir ao camarim cumprimentar o artista. Apresentou-se como Fellipe (BITTH), também músico. Rasgou elogios e se permitiu dar alguns toques de como achava que o som poderia ficar ainda melhor. Tadeu o atendeu com incrível simpatia e receptividade. O papo fluiu, a música os aproximou, e algumas cervejas depois começaram uma parceria de sucesso que dura até hoje.
A consequência natural foi o surgimento de uma grande amizade e, posteriormente, a criação da BANDA #B33. Um projeto desenvolvido em conjunto, porém com cada um imprimindo sua própria personalidade, identidade, habilidade e especialidade, aliadas à experiência musical conquistada por ambos na noite.
A cada dia a banda tem se fortalecido mais e mais. Bitth, com uma grande facilidade para compor e contar histórias. Tadeu Freitas, com impressionante naturalidade para musicalizar tudo o que o parceiro apresenta em suas letras.
E foi após mais um desses encontros que se desenvolveu o novo single da BANDA #B33. Da letra criada por BITTH, e música aprimorada por TADEU, nasceu a canção: “O NUDE É MEU”.
A faixa, gravada nos estúdios da SOM MUSIC RECORDS, com produção musical de Alex Bolinha, será lançada pelo selo MÚSICA BOA / SOM LIVRE. E juntamente com o clipe oficial, produzido pela AW FILMES, já estará disponível a partir do dia 06.09.2019 em todas as plataformas digitais.


CONEXÃO 21

A música como conexão!

Depois do sucesso do 1º clipe ENTÃO VEM CÁ, lançado no dia 16 de junho de 2019, já com mais de 120 mil visualizações no YouTube, chegou a hora da dupla CONEXÃO 21, composta pelos amigos Guilherme Max & Victor Clain, trabalharem o 2º clipe EU NÃO SEI.
Com lançamento previsto para o dia 16 de agosto de 2019, justamente dois meses após a faixa de estreia, o novo single promete consolidá-los como uma das boas apostas do Rio de Janeiro para o Brasil. A música EU NÃO SEI retrata a realidade de um amor proibido, onde nenhum dos envolvidos consegue dar um basta nas armadilhas e nos perigos desta difícil relação!
Max & Clain sempre tiveram a música como principal conexão em suas vidas!
Victor Clain, nascido e criado na zona norte do Rio de Janeiro, convive com a música por influência familiar desde pequeno. Seu pai é cantor, trabalha com produção musical, por isso cresceu também cantando e tocando no coral da igreja onde frequenta.
Guilherme Max, nascido e criado em Cordovil, Rio de Janeiro, esteve muito envolvido com o esporte no passado, porém desde pequeno também tem a música como grande paixão. Muito tímido na juventude, usava a música para se expressar. Uma de suas referências no meio musical é o amigo Delacruz.
Por obra e acaso da vida Max & Clain tiveram os caminhos conectados, desenvolvendo imediatamente uma grande amizade. A consequência natural foi o surgimento de uma parceria musical entre os dois, até chegarem à criação do projeto CONEXÃO 21, em outubro de 2018. Tudo tem acontecido muito rápido na vida dos dois. Desde a gravação do primeiro single, em um estúdio na Barra da Tijuca, até o lançamento do clipe da música, em junho de 2019.
Hoje já possuem um estúdio próprio, por comodidade e disponibilidade, para assim criarem o melhor conteúdo possível. E parece que essa aposta tem dado certo! A prova disso é a ascensão meteórica que tem alcançado em tão pouco tempo.
“Temos muitos planos pela frente e estamos no início ainda. Queremos que todas as pessoas que escutarem nossas músicas possam se identificar em algum momento, que consigam sentir o mesmo sentimento que nós dois. Esperamos de coração que todos gostem do nosso trabalho”, diz Victor Clain.


MICHAEL COSTA

Levando a Música a Vários Lugares

Para mostrar todo seu potencial e ter a oportunidade de lidar com o público face a face, Michael Costa seguiu literalmente o “Caminho da Música”. Começou tocando no Centro e Zona Sul do Rio e pelas ruas de Niterói. Ali, humildemente, entregava seu cartão de visita apenas na companhia de um banner para identificá-lo, de uma aparelhagem de som muito simples e de seu violão.

“Foi um tempo de muito aprendizado e exposição também. O projeto me ajudou a ser mais confiante e a querer novos horizontes. Eu ouvia elogios e conselhos que me inspiravam a continuar”, diz Michael.

O artista rapidamente foi reconhecido por seu talento e passou a tocar em vários locais: bares, shoppings, hotéis, eventos, boates, pubs, teatros, etc. A partir começou a dar entrevista para diversas emissoras de rádio e tv contando um pouco da sua história de superação.

Eclético, Michael Costa canta e toca clássicos do rock nacional, reggae, sertanejo universitário, pagode e músicas internacionais; além é claro de suas próprias composições, encontradas hoje em todas as plataformas digitais. Outra importante conquista é a de ter uma banda própria que o acompanha em suas apresentações.

O carisma de Michael Costa é notável. Morador de São Gonçalo, Rio de Janeiro, tem a música como forma de viver e não só uma profissão. Com toda sua dedicação já contabiliza importantes vitórias, entre elas participar do quadro “Caixa de Talentos” do Programa Agora é Domingo, na Band, apresentado por José Luiz Datena. Também já abriu shows de inúmeros artistas renomados e foi destaque no concurso “Voz de Ouro”, em um importante Shopping do Rio de Janeiro, sendo um dos vencedores.

Michael Costa deseja conquistar o Brasil com seu estilo POP, com pitadas do MPB. Também tem o sonho de inspirar as pessoas com sua história de vida e perseverança.

As canções de seu repertório falam de cotidiano, curtição, mas principalmente de amor e as relações que o envolvem. Inspirado por artistas como Bruno Mars, Ed Mota, Michael Jackson, ColdPlay, entre outros, também deseja passar uma mensagem, através de suas obras, para seus fãs e admiradores:

“amar faz bem, ser bom é necessário e replicar a bondade é obrigatório!”

Recentemente, Michael Costa lançou seu 1º EP intitulado “Contra o Mundo Inteiro”, com uma pegada POP/MPB, letras inspirativas e de muita qualidade musical!


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